Redução de danos para usuários de crack gera polêmica na capital

EU. PASTOR SAMUEL LEMOS. SOFRI ESSE DRAMA DO CRAK NA PELE E AINDA HOJE SOU DISCRIMINADO. EU SEI O QUE ESSAS PESSOAS PASSAM FAZENDO O QUE NÃO QUEREM FAZER PRA USAR ESSA DROGA. HOJE TRABALHO COM FAMILIAS QUE TEM ESSE MESMO PROBLEMA NADA FÁCIL DE RESOLVER. MAS HÁ SOLUÇÃO!!!! REDUÇÃO DE DANOS EU APOIO, POIS É UM COMEÇO. MAS FICO INDIGNADO COM PESSOAS QUE NÃO FAZEM NADA PRA AJUDAR E CRITICAM QUEM TOMA INICIATIVA. PARABÉNS BELO HORIZONTE POR MAIS ESSA INICIATIVA.

Clínica Alamedas

 Jornal O Estado de Minas
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Programa da PBH que incentiva consumo de drogas como álcool e tabaco em substituição à pedra surpreende o próprio prefeito, que no entanto diz que política tem base científica
 

Sandra Kiefer

 A política de enfrentamento ao uso do crack executada pela Prefeitura de Belo Horizonte, com o incentivo à substituição da pedra por drogas lícitas, causou surpresa ao próprio prefeito Marcio Lacerda (PSB). Como revelou o Estado de Minas em sua edição de quinta-feira, a capital mineira põe em prática o modelo de redução de danos preconizado pelo Ministério da Saúde, que incentiva a substituição do crack por drogas mais leves, como opiáceos, álcool, tabaco e remédios controlados, até que o usuário consiga atingir a abstinência.

Perguntado em entrevista à Rádio Itatiaia sobre a iniciativa, e se havia ficado sabendo de detalhes da política de redução de danos por meio do jornal, Lacerda respondeu:…

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