MINHAS RESENHAS

O VINHO NOVO É MELHOR

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E ninguém tendo bebido o velho quer logo o novo, porque diz: Melhor é o velho.
Lucas 5:39

Jesus sempre usou parábolas para expressar a verdade que veio trazer ao mundo para que por ela fossemos livres. E neste contesto, tenho pra mim, que; a verdade declarada por Ele nesta parábola, é o bojo de tudo o mais  que Ele determinou que vivêssemos.

É fato em nossa vida cotidiana que, se depositamos leite em um recipiente contaminado com restos de outro leite, o leite bom que foi depositado será contaminado. Vai azedar, e ao invés de fazer bem vai fazer muito mau se for bebido.

Neste texto de Lucas, Jesus cria essa metáfora do vinho novo, pelo fato de a cultura do vinho fazer parte daquela nação, e para que assim o entendimento daqueles que o ouviam e não eram seus discípulos, fosse cegado.

(A vós vos é dado saber os mistérios do reino de Deus, mas aos que estão de fora, todas estas coisas se dizem por parábolas, para que, vendo, vejam, e não percebam; e, ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam, e lhes sejam perdoados os pecados. (Marcos 4:11,12)

Para entendermos de forma ampla a parábola proferida por Ele, vamos conhecer melhor o que é um odre e qual a sua função.

O odre é uma espécie de saco feito com pele de animal para armazenar líquidos. Neste caso o vinho. Quando os produtores de vinho em Israel queriam armazenar o vinho em uma entre-safra sem que o vinho fermentasse, eles usavam odres novos que ainda não haviam sido usados para armazenar nenhum outro tipo de conteúdo, para evitar que as moléculas do vinho se interagissem com moléculas que restaram do conteúdo anterior que ocupava aquele odre, fermentando assim, o vinho novo.

Vinho novo, nada mais é do que o vinho não fermentado; enquanto o vinho velho é o vinho que já passou pelo processo de fermentação, tornando-se assim um sumo de uva que embriaga e altera o funcionamento da percepção natural da realidade.

O odre, por ser feito de pele de animal, quando usado para armazenar vinho e fazer o processo de fermentação, se esticava, devido à produção natural de gases, aumentando assim o volume dentro do recipiente. Nesse caso, esse odre seria inviável para armazenar o vinho novo e ao mesmo tempo conserva-lo puro. Se o produtor guardava o vinho em um odre velho, esse odre já estava impregnado com moléculas já fermentadas do vinho anterior, que por sua vez contaminava o vinho novo, desencadeando assim um processo natural de fermentação do vinho atual, o que consequentemente romperia esse odre, pelo fato de já ter sido esticado ao máximo pela pressão dos gases formados na fermentação do vinho anterior. As moléculas residuais fermentadas do vinho velho, iniciariam a fermentação do vinho novo, esticando ainda mais o odre que já estava esticado ao seu limite, até o rompimento. E assim se perdia o odre e o vinho.

Jesus com certeza não estava nem aí para o vinho, Ele nem era produtor de vinho. O que Jesus queria era usar a linguagem daquela cultura para expressar a verdade sobre sua mensagem naquele momento. Com certeza Jesus não estava preocupado em dar uma aula de como conservar um bom vinho. Então, do que Ele falava? Vamos descobrir.

Deus, em toda a Sua sabedoria, havia dado ao povo de Israel, mandamentos e leis rígidas através de Moisés quando aconteceu o êxodo do Egito à terra prometida. Eram leis e mandamentos que definiriam a forma que aquele povo liberto deveria viver seus relacionamentos pessoais, sociais, internacionais e por fim o seu relacionamento com o próprio Deus.

Sim. Era necessário por ordem na casa, mas, toda a lei, ainda tinha um propósito que transcendia o entendimento de qualquer erudito da época.

As pessoas pensavam que a lei era uma regra imutável para se poder relacionar com Deus. Mas, à medida que se esforçavam para cumprir as mais de 600 leis e mais os dez mandamentos, mais ainda se tinha a convicção de que seria impossível alcançar uma fidelidade íntegra para com Deus, pois, se eles pecassem em uma sequer destas leis, seriam culpados de todas as outras. Quando perceberam o fato de que seriam incapazes de cumprir a lei para ser aceitos por Deus e pelos seus líderes, começaram a maquiar o exterior para parecer aos outros que eram cumpridores. Não sabendo eles que somos diante de Deus, um flagrante constante.

(Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes; para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR Deus de vossos pais vos dá. Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando.) Deuteronômio 4:1,2

A minha opinião pessoal sobre a lei, é que Deus deu a lei para mostrar ao homem sua incapacidade de alcançar Deus.

(Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.
Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.) Romanos 3:19,20

A lei do pecado e da morte não permitia ao homem ter um relacionamento íntimo com Deus, a lei do pecado e da morte era um duto que trazia a misericórdia de Deus ao homem, mas não levava o homem à intimidade de relacionamento planejado por Deus em sua originalidade, a lei do pecado e da morte, permitia apenas um relacionamento à distância entre Deus e o Homem, a lei do pecado e da morte, era o tutor enviado por Deus, para conduzir o homem por um só caminho, até que a lei do pecado e da morte atingisse a sua finalidade real que era matar Jesus.

(Porque, como pela desobediência de um só homem [Adão], muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um [Jesus] muitos serão feitos justos.) Romanos 5:19

Toda a lei apontava para o Messias que sofreria as penas da lei do pecado e da morte, sem haver transgredido nenhuma destas leis, servindo assim o Seu sacrifício, bem como o Seu sangue, por moeda de valor, que valeria o preço da compra de todos os que até então eram escravos de uma lei que jamais poderiam cumprir. O pecado do Homem custou caro pra Deus, mas Ele pagou assim mesmo, movido pelo eterno amor que tem por sua criação.

(Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados.)
Hebreus 10:4

(Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação;) Apocalipse 5:9

Tudo o que mantinha o povo de Israel sob a benção e proteção de Deus, era o cumprimento da lei e seus rituais, a lei era a babá do homem, e diga-se de passagem, uma babá muito cruel que não tinha capacidade de devolver o filho ao Pai.

(Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.)Gálatas 3:23-25

Mas, Deus em sua onisciência já havia preparado as malas de Seu Filho mais velho, para vir até aqui e “dar um pau” nessa baba e tomar de volta para o Pai Seus irmãos mais novos, ao fazer com que toda a pena da lei do pecado e da morte caísse sobre Ele, O Filho inocente. Assim se faria justo a reconciliação de Deus com o homem, encerrando na cruz todo o direito que a lei, a morte e o pecado tinham sobre o pecador.

(Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.) Filipenses 2:6-8

A lei cumpriu-se em Jesus. E sendo assim é uma lei caduca.

Ao chamar esta aliança “nova”, Ele tornou velha a primeira. Ora, aquilo que se torna velho e antigo, logo desaparecerá. (Hebreus 8:13

Mas, e agora? Viverá o homem sem lei? De maneira alguma! Não se caduca uma lei sem antes haver outra superior à ela. E é disso que se trata a parábola do vinho novo em odres novos.

(Porque a lei foi entregue por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. João 1:17.)

O odre velho representa o homem em sua integridade existencial, corpo, alma, e espírito, trabalhando em obras que são incapazes de satisfazer a Deus ao ponto de aceita-lo.

O vinho velho representa os rudimentos da antiga aliança que Deus havia feito com o Homem.

O odre novo representa o homem em sua integridade existencial, corpo, alma e espírito, que entendeu a lei do Amor que, substituiu a lei do pecado e da morte, fazendo o assim  merecedor de Deus pela obra feita por Seu Filho na cruz e por reconhecer tal favor, se esvaziou de toda a lei caduca da antiga aliança firmada com sangue de animais, para que a lei da graça e do amor pudesse entrar em seu interior de forma prática e eficiente sem se contaminar com as regras antigas que só faz condenar e matar.

O vinho novo representa a nova Lei a ser praticada e pregada da mesma forma que fez O Mensageiro que a touce, é A Lei que rege a Nova Aliança feita entre Deus e o Homem para que assim vivesse nesse mundo.

É disso que se trata e é disso que vamos tratar à partir de agora.

Continua remos amanhã…

Samuel Lemos

O PROPÓSITO ABSOLUTO DE DEUS AO CRIAR

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Lembro-me de ter ouvido alguém dizer que; “A única coisa que não se escolhe nessa vida, é o propósito para o qual se nasce”. Depois de pensar por uns instantes, percebi o peso que essa verdade tem na existência de um indivíduo.

Você e eu fomos planejados por Deus em um plano existencial que transcende em muito nossa capacidade mental pra entende-lo, olhando apenas com nossas percepções naturais. Sim. É preciso entender que além de uma organização molecular complexa, somos seres transcendentais, imateriais, invisíveis, que abita em um corpo feito por átomos que nada mais é do que uma vasta condensação de energia invisível.

O Livro que narra a Gênesis de todas as coisas desse universo que conhecemos, e conhecemos tão pouco, descreve claramente os elementos usados na criação do homem.

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o espírito da vida; e o homem foi feito alma vivente“.Gênesis 2:7

Já é sabido que toda matéria existente na terra e em todo universo é formada por átomos e que a única coisa que difere uma matéria da outra é a forma como esses átomos se agrupam para criar elementos diferentes. Por tanto, tanto o animal quanto o homem, do ponto de vista material,  tem a mesma origem em suas principais características físicas.

Entretanto, ha um detalhe que particularmente me chama a atenção na narração da criação do homem no Livro da Gênesis. Esse detalhe que me chama a atenção é o termo usado originalmente para definir “pó da terra“, quando o texto especifica qual foi a matéria prima usada por Deus para fazer ou formar o corpo humano. O termo hebraico é “aphar“, que pode ser traduzido como “refugo” (Restos imprestáveis de qualquer coisa.) Além de que a palavra Homem tem sua origem no latim “homine” ou “hominem” que está ligada intimamente a definição de “humus” que nada mais é que a matéria orgânica depositada no solo, que resulta da decomposição de animais e plantas mortas, ou de seus subprodutos.

Sendo assim sou levado a crer, que até mesmo a matéria usada por Deus para dar forma ao corpo humano, foi uma matéria diferenciada das que foram usadas na criação dos outros seres viventes, posto que esta já haveria passado várias vezes pelo ciclo natural de reciclagem, tendo em vista que; quando Deus formou o homem, já haviam milhões, se não bilhões de anos que toda a natureza viva, e seus seres animados ou não, realizavam esse processo natural de transformar energia em elemento e elemento em energia, que é a origem de toda matéria. Ainda assim, no que é relativo à matéria somos apenas uma espécie animalesca com habilidades cognitivas.

É preciso voltar ao versículo 7 de Gênesis 2, pra notarmos que, Deus, deu forma à matéria “humus” para um objetivo especifico que Ele já havia traçado antes da fundação do “espaço-tempo”.

Perceba que, quando Deus criou todas as outras coisas, vivas ou não, Ele apenas deu a ordem pelo Logos Todo Poderoso (Jesus), e foi liberado o Dinamus, (Espírito Santo) criando assim o “espaço-tempo“, que por sua vez, não comportando todo aquele Poder começou a expandir numa velocidade estonteante, maior do que a velocidade da luz, criando em seu primeiro bilionésimo de segundo de existência, toda matéria prima (Hidrogênio) necessária  para a formação de todos os outros elementos, e criando também o “Mestre de Obras” (Gravidade) que determinaria pra sempre as formas que cada matéria iria tomar, como também as Leis que as regeriam. E assim surgiu o Universo nesta dimensão que existimos. Depois disso, o universo tomou o curso natural de sua evolução no “espaço-tempo” sem pressa de chegar onde haveria.

Agora perceba que, de acordo com a narração em Gênesis Cp.1:.27  o próprio Deus convocou o “Logos” (Jesus) e o “Dinamus” (Espírito Santo), para dar forma á matéria que iria comportar o Ser que já havia sido gerado Nele antes da fundação da existência.

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;…
Gênesis 1:26.

Agora sim, o boneco feito de matéria orgânica está pronto para receber o seu morador que vou denominar aqui como espírito humano. …e soprou em suas narinas o espírito da vida e o homem passou a Ser alma vivente.

Note que a complexidade da criação e da formação do homem, é totalmente à parte de todo o resto dos outros seres vivos.

Somos matéria (corpo). Todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó. Eclesiastes 3:20

Somos alma (mente, vontade, emoções, raciocínios). A minha alma tem tédio da minha vida; darei livre curso à minha queixa, falarei na amargura da minha alma. Jó 10:1

Somos espírito (onde se estabelece uma comunhão e comunicação com Deus). Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdadeJoão 4:23,24

Quando o Homem barro estava moldado Deus soprou a vida que seria um espírito inteligente habitando em corpo material incorruptível, devido ao seu estado original de criação. Puro e em perfeita sintonia com O Soberano Criador.

O resto do universo criado é apenas a manutenção de Deus para trazer à luz a primazia de de sua criação; O Homem. Isto visando um plano ainda mais transcendental que havia traçado, que é o de ter uma geração inteira de filhos reis e sacerdotes com os quais Ele queria compartilhar eternamente toda a Sua  Vida,Graça, Amor, Bondade e Reino.

Por tanto, chego a conclusão que não somos exatamente apenas aquilo que podemos sentir ou enxergar, pois perdemos toda a nossa capacidade de perceber o invisível que está presente desde sempre em nosso redor, [devido a nossa mente caída que por receber do próprio Deus o poder de fazer suas próprias escolhas, escolheu não obedecer a uma única proibição do Todo Poderoso Criador, resultando assim em sua separação (morte) da comunhão plena com O Deus Espírito].

A consequência disto é que a partir daí o Homem que enquanto obediente tinha sua funcionalidade plena no existir; (espírito, alma, e corpo)espírito (Homem espiritual) comungando com Deus e trazendo pra alma (mente), Seus atributos, que por sua vez se manifestariam nesse universo físico, através da interação da humanidade entre si e com a natureza criada, agora está separado do seu Mestre, Ensinador, de sua Fonte de Vida e de Conhecimento, e está entregue à sua mente terrena, física, emocional, e passa a ser conduzido por ela, que por ser terrena, começa a inverter os valores espirituais se importando mais consigo mesmo do que com o seu Criador, e desejando fazer somente a sua própria vontade, abrindo assim uma legalidade para que o pai da iniquidade (Satanás) tivesse acesso, influência e domínio sobre a alma humana.

A partir daí dá-se início ao que eu chamo de Processo Divino Legal de comprar o Homem, para que os planos de ter filhos reinando com Ele sobre toda a criação fosse estabelecido e concretizado. {Mas isso vai ser assunto só no próximo post.}

Com tudo isso, eu entendo que o propósito de Deus ao criar todas as coisas, é ter pra Si uma nação de filhos vivendo toda a sublimidade do Seu Amor e Poder e Cuidado e Glória, experimentando assim tudo o que Ele É.

Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação;
E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes; e reinaremos sobre a terra.
Apocalipse 5:9,10

E como nada pode frustrar os planos do Todo Poderoso Deus, Ele põe em prática o projeto de Resgate Remição Recriação da humanidade e, esse é o próximo assunto.

Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.
Jó 42:2

Graça e Paz

Pr. Samuel Lemos.

 

TE AMO MINHA FILHA.

A vida não é feita de sonhos. Nascemos para evoluirmos como pessoa, e aprender a ser feliz.
 
O melhor caminho, é buscar o melhor das pessoas que nos cercam. Errar todos erram, mas é principalmente nos erros, onde podemos tirar várias lições.
 
Nunca julgue uma pessoa pela aparência ou pelo que ela fez ou faz, pois sempre estamos mudando de opinião, do que é certo ou errado.
 
Você não precisa provar nada a ninguém, você é o que é… e pronto. seja baixa ou alta, gorda ou magra, pobre ou rica, fraca ou forte, nada d´aquilo que falam de você é importante ou verdadeiro, pois assim como você, as pessoas, também mudam constantemente seus conceitos.
 
Você é perante Deus, ÚNICA e está na humanidade por uma razão.
 
Ouça aqueles que fizeram e fazem de tudo para te ver feliz, essas pessoas querem seu bem, normalmente, elas são seus pais.
 
Mas se por alguma razão, você se vir sozinha, sem alguém em quem confiar?… Confie no amor de Deus, e esqueça o que a religião diz, Ele vai lhe mostrar o caminho a seguir, busque sempre fazer o bem sem esperar recompensa alguma. E vá a luta.
 
Segura com força todas as oportunidade que aparecer. E por mais difílcil que seja, nunca esqueça que o mais importante é estudar, estudar e estudar, pois o saber nos abre as portas para um horizonte melhor.
 
Quando se sentir sozinha, busque (O LIVRO), mergulhe na história que estiver lendo, ORE e confie em Deus. Acredite, você nunca estará sozinha, você conseguirá, eu acredito em você, e você acredita?…
 
Amo você.

CARTA ABERTA À IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA

_Vocês projetaram o papel de “pai” em Deus, e por esse motivo imaginam um Deus que julga, recompensa ou pune, baseado em como Ele se sente em relação ao que fizeram, mas essa é uma visão simplista de Deus, baseada em sua mitologia e não tem nada a ver com quem Ele É.
_Tendo assim criado todo um sistema de pensamento sobre Deus baseado na experiência humana, em vez de nas verdades espirituais, vocês imaginam toda uma realidade a respeito do amor e uma realidade baseada no medo, na ideia de um Deus temível e vingativo.
_Seu Pensamento responsável está errado, mas negá-lo seria rejeitar toda a sua teologia. E apesar do fato de que a nova teologia que iria substituí-Ia seria realmente a salvação de vocês, vocês não podem aceita-la, porque a ideia de um Deus que não deve ser temido, não julga e não tem motivos para punir é maravilhosa demais para ser aceita dentro de suas crenças maiores do que O Que Deus É.
_Essa realidade do amor que evidencia o medo domina as suas experiências do amor; de fato, permite criá-la. Porque vocês não só se vêem recebendo um amor que é condicional, como também dando-o do mesmo modo. E mesmo quando recuam e impõem as suas condições, uma parte de vocês sabe que não é isso que o amor realmente é. Ainda assim, parecem incapazes de mudar o modo como o dispensam.
_Vocês aprenderam do modo mais difícil, e dizem a si mesmos que serão condenados ao sofrimento se forem vulneráveis de novo. Mas a verdade é que o serão se não forem vulneráveis.
_Devido aos seus próprios pensamentos (errôneos) a respeito do amor, vocês se
condenam a nunca experimentá-lo puramente. Por isso, também se condenam a não conhecer Deus como realmente Ele É, enquanto não amarem puramente.
_Todos os atos realizados pelos seres humanos se baseiam no amor ou no medo, não simplesmente os que dizem respeito aos relacionamentos. As decisões que afetam os negócios, a indústria, a política, a religião, a educação de seus jovens, os compromissos sociais de suas nações, os objetivos econômicos de sua sociedade, as escolhas que envolvem guerra, paz, ataque, defesa, agressão, submissão, as determinações de cobiçar algo ou dar aos outros, guardar ou partilhar, unir ou dividir – todas as escolhas feitas por livre vontade que já fizeram surgem de um dos dois únicos pensamentos possíveis que existem: de amor ou medo.
_O medo é a energia que restringe, paralisa, retrai, leva-os a fugir e esconder-se, e fere. O amor é a energia que expande, move, revela, leva-os a ficar e partilhar, e curar.
_O medo cobre os seus corpos de roupas, o amor lhes permite ficar nus. O medo os faz segurar tudo o que têm, o amor dá tudo aos outros. O medo sufoca, o amor mostra afeição.
_O medo oprime, o amor liberta. O medo irrita, o amor acalma. O medo critica, o amor regenera.
_Todos os pensamentos e atos e todas as palavras humanas se baseiam em uma dessas emoções. Vocês não têm escolha em relação a isso, porque nada mais há a escolher.
_Mas, têm livre-arbítrio para decidir qual dessas escolher. Vocês aprenderam a viver com medo, ouviram falar sobre a sobrevivência do mais hábil, a vitória do mais forte e o sucesso do mais esperto e por isso tentam ser os mais hábeis, os mais fortes e os mais espertos – de um modo ou outro – e caso se vejam como algo menos do que isso em qualquer situação, temerão a perda, porque lhes disseram que ser menos é ser perdedor. E então é claro que escolhem a ação que o medo justifica, porque foi isso que aprenderam. Contudo, DEUS nos ensina isso: quando escolherem a ação que o amor justifica, farão mais do que sobreviver, vencer e ser bem-sucedidos. Experimentarão a glória suprema de quem realmente são, e quem podem ser.
_Para isso, devem deixar de lado os ensinamentos de seus mestres mundanos bem intencionados, mas mal-informados, e ouvir os ensinamentos daqueles cuja sabedoria vem de outra fonte.
_Há muitos mestres assim entre vocês, como sempre houve. Deus não vos deixou sem pessoas que possam orientá-los, mostrar-lhes e ensinar-lhes essas verdades, e lembrá-los delas. Contudo, o maior lembrete não vem de fora, mas da voz dentro de vocês. Esse é o principal meio que Deus usa, porque é o mais acessível.
A voz interior é a mais alta com que Ele fala, porque é a mais perto de vocês. É a voz que lhes diz se tudo o mais é verdadeiro ou falso, certo ou errado, bom ou ruim, segundo as, suas definições. É o radar que determina o curso, governa’ o navio e indica o caminho, se vocês deixarem.
Pr.samuel lemos

A IGREJA MODERNA E O EVANGELHO DE CRISTO

011“Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei” [Isaías 55.11].

Deparei-me com este versículo ao final de um texto que defendia a perspectiva de um mundo melhor no futuro, um mundo sempre a prosperar até o dia em que todos ou quase todos se converteriam a Cristo, no dizer de um teólogo. Como a referência é escatológica, e o meu objetivo não é estabelecer uma refutação à proposta de doutrina do fim dos tempos (até porque não estou habilitado a isso), mas, exclusivamente, tentar corrigir o caráter “parcial” da dedução do articulista, esclareço que o profeta não o declarou com o objetivo de indicar apenas os benefícios da palavra ao homem. Ao utilizá-lo neste sentido, o teólogo equivocou-se, ou, no mínimo, foi otimista em sua conclusão, pois o verso não alude aos resultados de uma conversão em massa, de uma resposta sempre positiva do homem em relação à palavra.
Vamos andar mais um pouco.
Muitos utilizam-no como prova da eficácia da anunciação do Evangelho, no sentido de que, quanto mais for proclamado, mais pessoas se converterão, mais benefícios serão agregados à vida do homem. Para eles há uma progressão aritmética, uma relação proporcional que indicará a capacidade de se produzir resultados numéricos de salvos, e de bênçãos aos salvos, à medida que a palavra for proclamada. Como uma fórmula mágica, basta aplicá-la para que os seus efeitos proveitosos sejam alcançados pelos homens.
Veja bem, não duvido das conseqüências práticas da pregação do Evangelho, o qual “é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” [Rm 1.16], pois, como “invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas” [Rm 10.14-15].
Portanto esta é a única forma do homem ser salvo e conhecer a Deus. Não há outro método estabelecido. Nem mesmo a música como muitos apregoam (a menos que seja com extensos trechos bíblicos, como os Salmos,). Nem mesmo o teatro, como outros querem (a menos que seja com extensos trechos bíblicos, talvez, um monólogo). Nem o cinema (a menos que seja mais auditivo do que visual). Nem mesmo um discurso (a menos que seja impregnado por extensas citações bíblicas). Quanto à dança e outras manifestações artísticas, nem é preciso falar da completa ineficâcia como meio de evangelismo [1]. O poder de Deus está na palavra, e ela é o único meio de se proclamar a verdade. Porém, a pregação nem sempre trará frutos de obediência e reconciliação com Deus. O que vale dizer que nem todos aqueles que ouvirem o Evangelho se arrependerão, serão regenerados e salvos pelo poder de Deus, porque o Senhor “cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, a fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, e se convertam, e eu os cure” [Jo 12.40].
Ora, não é assim que o profeta Isaías declarou? “Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?” [Is 53.1].
O fato é que Isaías 55.11 está a falar muito mais do que a maioria quer ouvir. Ele está a nos dizer que a palavra de Deus jamais, nunca, voltará vazia. Mas em que sentido? Apenas no sentido positivo? Referindo-se à salvação dos incrédulos, ou aos benefícios de santificação, convencimento, instrução e ensino dos mandamentos e da vontade de Deus? Não. Há os efeitos negativos da palavra (em relação ao destino final do homem), a qual também será proclamada para tornar inescusável o réprobo, para condená-lo em sua rebeldia, para julgá-lo por suas transgressões.
O erro está em se ver apenas um lado da moeda, e recusar-se a virá-la e vislumbrar a outra face. Essa é mais uma influência do humanismo que distorce e compromete o entendimento pleno do texto bíblico, deixando a mensagem capenga, fragmentada, em que um dos significados é tornado superior, ao ponto em que o outro não pode ser visto ou simplesmente é ignorado. Da mesma forma, a interpretação equivocada resultará no entendimento limitado de Deus e Sua obra, no desmerecimento, ainda que inconsciente, da Sua vontade e propósito.
Não reconhecer o caráter condenatório da palavra é fazer “vistas-grossas” à obra perfeita, acabada, irretocável de Deus, por negligência, ignorância ou malversação da Escritura. Em muitos casos, pode ser sinal de incredulidade também. Por isso Cristo alertou-nos, incisiva e claramente, para o distintivo absoluto da palavra: “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia” [Jo 12.48].
O mesmo equívoco é encontrado em João 3.16. Tem-se a falsa idéia de que Cristo morreu por todos os homens indistintamente, e que depende exclusivamente desse homem aceitá-lO ou não como Salvador. É um arroubo de pretensão. Como se Deus estivesse preso à vontade de Suas criaturas. Mas quase ninguém se apercebe de que, dois versículos abaixo, está escrito: “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”. O verbo crê e o substantivo condenado ligam-se diretamente no verso. Implicando que a condenação daquele que não crê não está no futuro, mas aconteceu no passado. O advérbio já revela que a condenação ocorreu de antemão, previamente, não é algo que ainda ocorrerá, nem algo que o ímpio poderá reverter, mas algo inevitável, que foi preparado antecipadamente. O objetivo deste texto não é discutir a eleição, mas afirmar a dupla mensagem do Evangelho, o qual é suficiente para salvar, e igualmente suficiente para condenar.
É verdade que a palavra sem fé não produzirá obediência, regeneração e salvação, antes confirmará a reprovação daquele que jamais será vivificado pelo Espírito Santo. É o que se pode perceber no dizer de Paulo: “Porque também a nós foram pregadas as boas novas, como a eles, mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram” [Hb 4.2] [2]. De forma que a palavra da verdade produz frutos para a salvação, por Jesus Cristo nosso Senhor, no qual fomos selados pelo Espírito Santo da promessa [Ef 1.13]. Assim, seja para a vida, seja para a morte, a palavra do Senhor jamais voltará vazia.
Há ainda os que vão mais além, e dizem que o versículo refere-se à necessidade de se agarrar à palavra, algo mais ou menos parecido ao termo neopentecostal “tomar posse”, e, assim, ela produzirá, em nossas vidas, uma profusão de bens materiais nunca imaginados, e não voltará vazia mesmo, pois encherá os bolsos, bolsas, sacolas, cofres e os recipientes necessários para satisfazer a sanha carnal, na obscenidade dos deleites pecaminosos de seus proponentes.
Bem, quanto a essa (im)possibilidade, recuso-me a comentá-la, tendo-se em vista o seu nítido caráter corrompido, sua antibiblicidade e lógica maligna. Não passa de mais uma artimanha, um subterfúgio para satisfazer a ganância e a vaidade de quem assim pensa. Por isso é fácil concluir que essa não é a palavra divina, nem nunca foi, mas apenas o maldito vocábulo humano que levará o homem à destruição.
Isto não quer dizer que a música, a literatura, a pintura, a escultura e outras expressões artísticas, não sejam meios de louvor, adoração a Deus, e a proclamação das verdades bíblicas. Elas são. E cumprem o propósito eterno de Deus de ser glorificado por elas. Contudo, não creio que sejam meios pelos quais o Senhor quis se revelar e à Sua obra. Para isso, homens inspirados pelo Espírito Santo escreveram 66 livros santos, que compõem a Bíblia Sagrada, a infalível, inerrante e divina palavra de Deus. A despeito dos argumentos dos estudiosos e da maioria das mentes cristãs, resisto bravamente ceder à idéia do anonimato de Hebreus. Como estou convencido de que a sua autoria seja paulina, e na minha Bíblia ACF consta que Paulo é o seu remetente, até que me provem o contrário, continuarei a indicá-lo como o autor.

O espirito e a alma humana

Alma… essa é uma das palavras mais vitais de qualquer vocabulário.

O nível de complexidade relacionado ao que se define por “alma” é tão grande que a sabedoria manda simplificar a fim de não confundir.

Hebreus 4:12-13 nos fala acerca da impossibilidade humana de destrinchar os conteúdos, os limites, as existências em-si-mesmas daquilo que os nossos vocábulos designam como mundo interior, e afirma que somente a Palavra de Deus pode fazer a separação entre tais ethos — tais coisas-em-si:

“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas”.

Toda tentativa de fazer “separação” que estabeleça “precisão” entre aquilo que nos constitui interiormente anda ainda longe de poder definir o quê é o quê em nós.

De fato, a interioridade humana pode ser discernida apenas, talvez, pelo próprio homem, ainda que sempre “em parte”. Mas jamais pode ser completamente explicada.

O ser é discernível, mas não é explicável em palavras.

O homem pode “examinar a si mesmo”, mas não consegue nem explicar e nem auto-definir sua própria constituição, nunca conhecendo bem as fronteiras e as intercomunicações de seu próprio interior.

A humanidade pode desenvolver uma Psicologia… O que ela não pode é pedir ao psicólogo que explique a si mesmo.

Quando se trata do “em-nós-mesmos”, a gente pode apenas pedir a benção de discernir… Explicar seria pura bobagem.

Paulo é o autor do Novo Testamento que mais “psicologiza” acerca da interioridade humana, mas não faz nenhum exercício de sistematização de coisa alguma a esse respeito.

 

O que interessa hoje, aqui, é olhar superficialmente como Paulo designa o termo psique e a que ele a relaciona.

Paulo emprega o termo psique apenas doze vezes. Em seis desses casos, o significado é vida:

 

Rm 11:3: “Senhor, mataram os teus profetas, e derribaram os teus altares; e só eu fiquei, e procuraram tirar-me a vida?”

Rm 16:4: “(…) os quais pela minha vida expuseram as suas cabeças; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios”.

I Co 15:45: “Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante”.

II Co 1:23: “Ora, tomo a Deus por testemunha sobre a minha vida de que é para vos poupar que não fui mais a Corinto…”

Fp 2:30: “(…) porque pelo evangelho de Cristo (…) chegou até as portas da morte, arriscando a sua vida para suprir-me o que faltava do vosso serviço”.

I Tess 2:8: “Assim nós, sendo-vos tão afeiçoados, de boa vontade desejávamos comunicar-vos não somente o evangelho de Deus, mas ainda as nossas próprias almas; porquanto vos tornastes muito amados de nós”.

 

Dentre os quatro usos psíquicos —ou seja, psicológicos—, três indicam desejo:

Ef 6:6: “(…) não servindo somente à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus”.

Fp 1:27: “(…) firmes num só espírito, combatendo juntamente com uma só alma pela fé do evangelho…”

Cl 3:23: “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens…”

 

Ainda designando o termo como algo psíquico, Paulo o usa a fim de também indicar emoção:

 

“E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (I Tess 5:23)

Os dois exemplos restantes retirados do uso que Paulo faz de “psique” são pessoais e designam o individuo, o ente perceptível, historicamente:

Rm 2:9: “(…) tribulação e angústia virão sobre a alma de todo homem que pratica o mal…”

Rm 13:1: “Toda alma —ou homem— esteja sujeita às autoridades superiores…”

 

Para designar o que há de mais superior na existência humana interior, Paulo usa o termo pneuma.

Assim, ele estabelece uma diferenciação de fontes vitais na interioridade humana.

Há o homem “almal” e há o homem “espiritual” — sendo que a primeira dimensão se vincula mais ao que existe como emoção, afeição, constituição de personalidade, influências culturais, e relacionamentos inter-pessoais, com todas as “trocas” que se transformam em “cumulações” e “heranças” derivadas do existir de todos os humanos.

Assim, o Homem Psychikos expressa a natureza humana em si mesma.

A segunda dimensão —a espiritual— expressa o nível de ser que transcende o imediato. É o transcendente no homem, e que é transcendente ao homem, sem deixar de ser o homem.

Desse modo Paulo fala do Homem Pneumatikos, que expressa o ser consciente e subordinado ao Espírito de Deus, pondo o próprio espírito humano como senhor de sua própria alma.

Assim, o espírito dos profetas está sujeito aos próprios profetas!

Paulo diz:

“Ora, o Homem Psychikos não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o Homem Pneumatikos discerne tudo muito bem, enquanto ele por ninguém é discernido” (I Co 2: 14,15).

Paulo, todavia, não esquizofreniza esses dois homens no Homem. Ele é um só, embora haja dimensões de um só que expressem conflito entre si.

Romanos 7 expressa essa luta interior melhor do que qualquer outra descrição bíblica.

Mas Paulo também emprega psique junto com pneuma, e faz isso numa visão integral da Graça de Deus operando na redenção do ser como um todo.

Em I Tess 5:23 ele descreve a materialidade e a imaterialidade humana —tanto a corporalidade como também a sua natureza em si; tanto a Psique-Imedita como a Psique-Transcendente— e não separa tais dimensões em nenhum momento. Ao contrário, ele toma as diferentes funções do interior humano e delas faz uma e a mesma coisas: o ser… e põe tudo o que nos constitui sob a Graça de Deus:

“E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.

Desse modo, eu tenho uma alma que é alma no espírito e um espírito que é espírito na alma.

A alma do espírito é ser espírito para a alma e o espírito da alma é ser alma para o espírito.

Bem-aventurados os que crescerem para alcançar não apenas esse entendimento, mas essa Vida.

Eu quero, Senhor!

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A vida não é feita de sonhos, nascemos para evoluirmos como pessoa, e aprender a ser feliz. O melhor caminho, é buscar o melhor das pessoas que nos cercam. Errar todos erram, mas é principalmente nos erros, onde podemos tirar varias lições. Nunca julgue uma pessoa pela aparência ou pelo que ela fez ou faz, pois sempre estamos mudando de opinião, do que é certo ou errado.
Você não precisa provar nada a ninguém, você é o que é… e pronto, seja baixo ou alto, gordo ou magro, pobre ou rico, fraco ou forte, nada d´aquilo que falam de você é importante ou verdadeiro, pois assim como você, as pessoas, também mudam constantemente seus conceitos, um dia disseram que eu era um gênio e eu tive a genialidade de não leva-los a sério, hoje dizem que sou idiota; Mas eu não terei a idiotice de leva-los a sério.

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