LIVRO Pr. Samuel Lemos: DEUS E = mc2

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*O fato de me referir à DEUS como “Energia PAI” não é com a intenção de negar a soberania de sua existência, a intenção é de usar um termo técnico para conjecturar a ligação cientifica entre DEUS e a criação.

                                       INTRODUÇÃO

  Não conheço uma pessoa que não tenha ouvido falar da famosa equação E = mc2, mas a maioria não sabe bem o que ela significa, e alguns incorrem em uma certa confusão conceitual. Todos, contudo, gostariam de saber.

   Este despretensioso livro, preliminarmente, trará a explicação de minha teoria de que *(DEUS ESPIRITO = Energia PAI) e toda a energia e matéria criada (Gn:1-2) se interagem na mais perfeita harmonia e trará também o significado desta bondosa/facinorosa equação aplicada no conceito da criação da forma mais simples.

Eu vou usar apenas uma pequena parte do trabalho desenvolvido por Albert Einstein (1879-1955) – e especular um pouco a respeito.

De qualquer maneira, E = mc2 está ligada tanto à 2ª Grande Guerra quanto aos buracos negros, tanto aos aparelhos médicos quanto aos televisores, e por aí vai.

Tenhamos em mente nesta minha teoria, que o Universo que conhecemos é primariamente energia, e essa energia é derivada de outras formas de energia, pois o que se costuma denominar de energia, neste Plano, é uma conseqüência de outras conseqüências.

Ou seja: A energia que entendemos como tal (ou que manipulamos) é uma energia-filha, que, ao mesmo tempo, é pai-mãe de outras formas de energia. Alguns físicos e teólogos , provavelmente, discordarão desse conceito. Paciência.

Afinal, o que é energia? Confesso que eu não sei lá muito bem o que seja. Mas, duas coisas parecem ser certas:

1º) A energia universal total não se altera um ‘ésimo’ ao longo do tempo (Lei da Conservação da Energia).

A Energia Total do Universo Macro é permanentemente igual a UM, ainda que ninguém possa saber o quanto dessa Energia está condensada sob as mais variadas formas de matéria, em todas as dimensões de todos os Universos.)

2º) ao abrir uma janela, a energia que ‘surge’ para que ela se abra é exatamente a mesma que é removida do braço (músculos) de quem a abre (este é um exemplo simples do Princípio de Conservação).

   Em termos de modernidade, o conceito princípio de conservação apareceu, de maneira incipiente, apenas em meados do século XIX como resultado das pesquisas de Michael Faraday  um encadernador pobretão que se tornou cientista e eleito membro da Royal Society.

Mas, como é possível que de um simples fio pendente (a base do motor elétrico) girando continuamente, a Humanidade tenha tido a coragem e a suprema maldade para construir uma bomba nuclear?

O incipiente princípio das lucubrações relativísticas einsteinianas começou em 1905 (o annus mirabilis para Einstein).

Em 1905, Einstein publicou um artigo sobre a Teoria da Relatividade Especial, no qual, basicamente, estabeleceu os seguintes postulados:

1º – Todos os sistemas de referência inerciais em movimento de translação uniforme, uns em relação aos outros, são equivalentes (Princípio da Relatividade);

2º – A velocidade da luz é independente do movimento da fonte emissora.

A partir desses postulados, uma série de conseqüências novas na Física foram deduzidas.

Uma dessas conseqüências foi a famigerada equação E = mc2  que foi apresentada por Einstein também em 1905 em um artigo publicado na revista alemã Annalen der Physik, com o seguinte título: A Inércia de um Corpo Será Dependente do seu Conteúdo Energético?

Enfim, o ponto crucial dessa equação é que, mesmo em repouso, qualquer partícula possui energia E = mc2, a qual está associada a uma determinada massa. Assim, temos que substituir as leis clássicas de conservação por uma única lei de conservação da energia relativística total: A energia relativística total de um sistema isolado permanece constante.

Esta fórmula é interpretada como significando que massa e energia podem ser convertidas uma na outra, ou seja, que uma parte da massa de um corpo pode desaparecer se no processo surgir uma certa quantidade de energia.

 Massa é a medida da inércia de um corpo. Energia é a capacidade de realizar trabalho.

   O que Einstein mostrou na sua Teoria Especial da Relatividade (e que é plenamente aceito por todos os físicos e testado com grande precisão por um sem-número de experimentos ) é que se um corpo ganha uma certa quantidade de energia (E), sua inércia aumenta de uma quantidade equivalente a E/c2 (onde (C) é a velocidade da luz no vácuo).

E inversamente, se um corpo perde uma certa quantidade de energia (E), sua inércia fica diminuída de uma quantidade equivalente a E/c2.

Por isso é usual dizer que massa e energia estão uma associada com a outra ou que existe uma equivalência entre massa e energia.

Enfim, a melhor maneira de apreciar a conclusão de Einstein é entender que se um corpo ganha ou perde uma certa quantidade de energia, sua massa aumenta ou diminui de uma quantidade igual a E/c2.

Isso nos faz entender que o universo não foi criado do nada ( Gn:1-1) por Deus, havia uma Energia primária onde estava sendo condensadas todas as coisa que viriam a existir.

     A teoria do big bang se explica somente  do momento da explosão pra cá. Mas antes disso eles não sabem como explodiu, o que explodiu, ou por que explodiu. Então deram o nome de “singularidade” ao momento antes do big bang. Ou seja:Não conseguem explicar o que aconteceu momentos antes da grande explosão.

E  aqui neste livro que você vai descobrir que singularidade é essa que havia antes do big bang.

Einstein amava cabular as aulas para pensar… Maravilha! Eu posso bem imaginar o desespero dos neurônios de Einstein tendo que assistir àquelas aulas fastidiosas, nas quais lhe ensinavam que energia e massa eram coisas diferentes  que uma nada tinha a ver com a outra, e esta obra te leva a um mundo de pensamentos nunca antes imaginados, diferente de tudo que você aprendeu sobre DEUS criação e evolução.

Não posso deixar de registrar também, o primeiro cientista-(cobrador-de-impostos) a afirmar que toda a massa que existia (minérios, minerais, plantas etc.) eram parte de um único sistema. Antoine Laurent Lavoisier (1743-1794).

Nada é perdido, nada é acrescentado; E assim, um prego que enferruja aumenta de peso, mas a matéria-energia universal não se altera.

É, mutatis mutandis, como abrir uma janela ou dar um arroto. Ou como escreveu David Bodanis com tanta seriedade quanto eu:

{As substâncias que preenchem o nosso Universo podem ser queimadas, espremidas, fragmentadas ou marteladas, mas não desaparecerão. A matéria-energia é conservada.}

Bem, tudo isso me faz especular o seguinte: todos os sistemas isolados (ou não) formam um só sistema, o que, Divinamente, conduz a um pensamento irredutível:

{ somos todos um criados em DEUS *(Energia PAI)}.

Podemos inventar o que quer que seja, mas, ao frigir dos ovos, somos todos um.

E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. Colossenses  1:20

Embarque agora nessa  fascinante aventura de conhecer DEUS E = mc2 este livro vai mudar você.

Bibliografia: BODANIS, David. E = mc2: uma biografia da equação que mudou o mundo e o que ela significa. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004, 327 p.CAPRA, Fritjof. O tao da Física: um paralelo entre a física moderna e o misticismo oriental. São Paulo: Cultrix, 1983, 260 p.EINSTEIN, Albert. Como vejo o mundo. Lisboa: ENP, 1962.FUNDAÇÃO FORD. Energia nuclear: problemas e opções. São Paulo: Cultrix, 1978, 528 p.RUSSELL, Bertrand. ABC da relatividade. 4ª edição. Rio de Janeiro: Zahar, 1974, 203 p.SEMAT, Henry. Fisica atomica y nuclear. 4ª edição. Madrid: 1966, 640 p.

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