Africa

Eu sou Adão. Muito prazer!

Em minha vida todas as tentações foram exatamente como as de Adão, posto que eu seja Adão.

Jesus também enfrentou as mesmas tentações do Éden, posto que aqui seja o Éden. Sim! Um Éden desfigurado, complexificado, confuso, desajardinado, desertificado, invadido por síndromes, manipulado por homens e demônios, atacado pelo mundo invisível, assolado por espíritos perversos, e, sobretudo, um Éden cemitério da consciência.

Transformar pedra em pão é concupiscência da carne. Fazer um show no Pináculo do Templo é concupiscência dos olhos. Curvar-se no alto monte a fim de receber poder sobre todos os reinos do mundo, seria entregar-se à soberba da vida.

A diferença, entre tantas, é que no antigo Éden poder-se-ia comer de tudo, menos de uma árvore, a do Conhecimento. Hoje se come de tudo, menos de uma árvore, a da Vida, que é Jesus.

E mais: comemos tudo e não comemos nada, pois a Árvore que dá Vida, essa nós não gostamos de comer.

Adão ficou viciado nos gostos da morte!

Assim, a Árvore do Conhecimento hoje está plantada na mente e no coração de todo homem.

Ora, foi por esta razão que o mundo inteiro se tornou um jardim de drogados…

Sim! Adão se tornou o primeiro viciado do mundo, e, nós, seus descendentes, somos todos uns micróbios “fissurados” nas drogas da morte, todas oriundas da Árvore do Conhecimento, e não das ervas do jardim.

Assim, esqueça o Éden que não se pode mais visitar, posto que exista entre nós em estado de exacerbação que faz o Éden original ser apenas um convento no jardim.

O que se tem que fazer é enxergar o Éden de hoje, e que é feito do que fizemos a vida se tornar.

Desse modo, não fale mais mal de Adão e nem pergunte por que Deus criou o homem para ele pecar, pois, se esse é o caso, ajude seu problema filosófico e apenas se mate, e, assim, acabe com Adão; posto que Adão seja você.

Chega!…

Pare de conversa fiada…

Adão sou eu. Adão é você.

Se você se acha melhor do que ele, o 1º Adão, então, melhore Adão em você…; mais saiba: não será possível; posto que minha única saída seja me converter ao 2º Adão, que foi quem venceu como Homem o que homem algum jamais venceu.
Nele, que me chama a saber que Adão sou eu, a fim de que eu possa ver que somente serei salvo no 2º Adão, Jesus, que resistiu aquilo ao que eu me entrego,
Pr. Samuel Lemos

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BOM DIA

A tendência natural da alma é viajar entre pólos, especialmente quando sua conexão com um deles começou como obrigação, convenção, comportamento moral ou mesmo como uma obrigatória rebeldia amoral.
Medo, obrigação, culpa e ódio são em geral as forças que mais pressionam a alma contra um de seus pólos, nesse caso, o pior deles.

Assim, presa como uma lagartixa por alguma força que a pressiona contra a parede do sentir, a alma ali fica, até se despregar por alguma razão(geralmente uma tragédia ou trauma), e, deixar-se pendular para o pólo oposto, e lá ficar por um tempo (com sorte), ou para sempre, como muitas vezes é o caso.
Outros vão sendo sacudidos de um pólo para o outro, e como são frágeis e reativos, vão indo e voltando sempre, cada vez mais cínicos, cada vez mais impermeáveis a qualquer coisa.

Alternâncias sistemáticas de pólos dolorosos ou desconfortáveis (como é sempre o caso) acabam por gerar cinismo, pois, ninguém aguenta mudar-se o tempo todo para o pólo oposto. Quando isto acontece, o equilíbrio nunca chega, pois, em tal caso, não se encontra equilíbrio, mas sim o cinismo como estabilidade.
Hoje o que se vê é a viagem Evangélico Coletiva para o pólo do cinismo.

Já se foi e voltou tantas vezes, que a maioria cansou…
É gente que não larga, mas que também não segura.
É gente que diz “amém” para tudo, mas que não faz nada.
É gente que confessa que crê, mas que por tal fé não vai a lugar nenhum…

Isto sem falar nos que foram tão traumatizados com tudo o que lhes sobreveio como engano e opressão religiosa, que, agora, mesmo quando encontram o Evangelho como Palavra e fé, tratam tudo como se tivessem, em razão do engano passado, ganhado um crédito que lhes faculta viver em descomprometida devoção e desinteressado engajamento.
Desse modo, dizem que agora sim; que a Graça agora os alcançou; que enfim ficaram libertos da opressão e do engano. Aleluia.

Entretanto… Se antes doaram e dizimaram por medo, hoje nada dão por acharem que se antes foram ‘enganados’, agora é a vez deles ‘sonegarem’…
Se antes se engajaram por pavor, hoje natural e justo trocarem qualquer “ministério” por pipoca com coisa nenhuma.
Se antes pregavam, ainda que de modo chato e sem sabedoria, hoje não confessam nada, nem sob tortura.

E mais: querem que tudo seja feito sem esforço e atitude; sem dinheiro e sem engajamento; sem ordem e sem objetivo.
Pr.samuel lemos (curta)
https://pastorsamuellemos.wordpress.com/
https://twitter.com/PrSamuelLemos1
https://horadeouvirjesus.wordpress.com/

A IGREJA MODERNA E O EVANGELHO DE CRISTO

011“Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei” [Isaías 55.11].

Deparei-me com este versículo ao final de um texto que defendia a perspectiva de um mundo melhor no futuro, um mundo sempre a prosperar até o dia em que todos ou quase todos se converteriam a Cristo, no dizer de um teólogo. Como a referência é escatológica, e o meu objetivo não é estabelecer uma refutação à proposta de doutrina do fim dos tempos (até porque não estou habilitado a isso), mas, exclusivamente, tentar corrigir o caráter “parcial” da dedução do articulista, esclareço que o profeta não o declarou com o objetivo de indicar apenas os benefícios da palavra ao homem. Ao utilizá-lo neste sentido, o teólogo equivocou-se, ou, no mínimo, foi otimista em sua conclusão, pois o verso não alude aos resultados de uma conversão em massa, de uma resposta sempre positiva do homem em relação à palavra.
Vamos andar mais um pouco.
Muitos utilizam-no como prova da eficácia da anunciação do Evangelho, no sentido de que, quanto mais for proclamado, mais pessoas se converterão, mais benefícios serão agregados à vida do homem. Para eles há uma progressão aritmética, uma relação proporcional que indicará a capacidade de se produzir resultados numéricos de salvos, e de bênçãos aos salvos, à medida que a palavra for proclamada. Como uma fórmula mágica, basta aplicá-la para que os seus efeitos proveitosos sejam alcançados pelos homens.
Veja bem, não duvido das conseqüências práticas da pregação do Evangelho, o qual “é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” [Rm 1.16], pois, como “invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas” [Rm 10.14-15].
Portanto esta é a única forma do homem ser salvo e conhecer a Deus. Não há outro método estabelecido. Nem mesmo a música como muitos apregoam (a menos que seja com extensos trechos bíblicos, como os Salmos,). Nem mesmo o teatro, como outros querem (a menos que seja com extensos trechos bíblicos, talvez, um monólogo). Nem o cinema (a menos que seja mais auditivo do que visual). Nem mesmo um discurso (a menos que seja impregnado por extensas citações bíblicas). Quanto à dança e outras manifestações artísticas, nem é preciso falar da completa ineficâcia como meio de evangelismo [1]. O poder de Deus está na palavra, e ela é o único meio de se proclamar a verdade. Porém, a pregação nem sempre trará frutos de obediência e reconciliação com Deus. O que vale dizer que nem todos aqueles que ouvirem o Evangelho se arrependerão, serão regenerados e salvos pelo poder de Deus, porque o Senhor “cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, a fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, e se convertam, e eu os cure” [Jo 12.40].
Ora, não é assim que o profeta Isaías declarou? “Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?” [Is 53.1].
O fato é que Isaías 55.11 está a falar muito mais do que a maioria quer ouvir. Ele está a nos dizer que a palavra de Deus jamais, nunca, voltará vazia. Mas em que sentido? Apenas no sentido positivo? Referindo-se à salvação dos incrédulos, ou aos benefícios de santificação, convencimento, instrução e ensino dos mandamentos e da vontade de Deus? Não. Há os efeitos negativos da palavra (em relação ao destino final do homem), a qual também será proclamada para tornar inescusável o réprobo, para condená-lo em sua rebeldia, para julgá-lo por suas transgressões.
O erro está em se ver apenas um lado da moeda, e recusar-se a virá-la e vislumbrar a outra face. Essa é mais uma influência do humanismo que distorce e compromete o entendimento pleno do texto bíblico, deixando a mensagem capenga, fragmentada, em que um dos significados é tornado superior, ao ponto em que o outro não pode ser visto ou simplesmente é ignorado. Da mesma forma, a interpretação equivocada resultará no entendimento limitado de Deus e Sua obra, no desmerecimento, ainda que inconsciente, da Sua vontade e propósito.
Não reconhecer o caráter condenatório da palavra é fazer “vistas-grossas” à obra perfeita, acabada, irretocável de Deus, por negligência, ignorância ou malversação da Escritura. Em muitos casos, pode ser sinal de incredulidade também. Por isso Cristo alertou-nos, incisiva e claramente, para o distintivo absoluto da palavra: “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia” [Jo 12.48].
O mesmo equívoco é encontrado em João 3.16. Tem-se a falsa idéia de que Cristo morreu por todos os homens indistintamente, e que depende exclusivamente desse homem aceitá-lO ou não como Salvador. É um arroubo de pretensão. Como se Deus estivesse preso à vontade de Suas criaturas. Mas quase ninguém se apercebe de que, dois versículos abaixo, está escrito: “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”. O verbo crê e o substantivo condenado ligam-se diretamente no verso. Implicando que a condenação daquele que não crê não está no futuro, mas aconteceu no passado. O advérbio já revela que a condenação ocorreu de antemão, previamente, não é algo que ainda ocorrerá, nem algo que o ímpio poderá reverter, mas algo inevitável, que foi preparado antecipadamente. O objetivo deste texto não é discutir a eleição, mas afirmar a dupla mensagem do Evangelho, o qual é suficiente para salvar, e igualmente suficiente para condenar.
É verdade que a palavra sem fé não produzirá obediência, regeneração e salvação, antes confirmará a reprovação daquele que jamais será vivificado pelo Espírito Santo. É o que se pode perceber no dizer de Paulo: “Porque também a nós foram pregadas as boas novas, como a eles, mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram” [Hb 4.2] [2]. De forma que a palavra da verdade produz frutos para a salvação, por Jesus Cristo nosso Senhor, no qual fomos selados pelo Espírito Santo da promessa [Ef 1.13]. Assim, seja para a vida, seja para a morte, a palavra do Senhor jamais voltará vazia.
Há ainda os que vão mais além, e dizem que o versículo refere-se à necessidade de se agarrar à palavra, algo mais ou menos parecido ao termo neopentecostal “tomar posse”, e, assim, ela produzirá, em nossas vidas, uma profusão de bens materiais nunca imaginados, e não voltará vazia mesmo, pois encherá os bolsos, bolsas, sacolas, cofres e os recipientes necessários para satisfazer a sanha carnal, na obscenidade dos deleites pecaminosos de seus proponentes.
Bem, quanto a essa (im)possibilidade, recuso-me a comentá-la, tendo-se em vista o seu nítido caráter corrompido, sua antibiblicidade e lógica maligna. Não passa de mais uma artimanha, um subterfúgio para satisfazer a ganância e a vaidade de quem assim pensa. Por isso é fácil concluir que essa não é a palavra divina, nem nunca foi, mas apenas o maldito vocábulo humano que levará o homem à destruição.
Isto não quer dizer que a música, a literatura, a pintura, a escultura e outras expressões artísticas, não sejam meios de louvor, adoração a Deus, e a proclamação das verdades bíblicas. Elas são. E cumprem o propósito eterno de Deus de ser glorificado por elas. Contudo, não creio que sejam meios pelos quais o Senhor quis se revelar e à Sua obra. Para isso, homens inspirados pelo Espírito Santo escreveram 66 livros santos, que compõem a Bíblia Sagrada, a infalível, inerrante e divina palavra de Deus. A despeito dos argumentos dos estudiosos e da maioria das mentes cristãs, resisto bravamente ceder à idéia do anonimato de Hebreus. Como estou convencido de que a sua autoria seja paulina, e na minha Bíblia ACF consta que Paulo é o seu remetente, até que me provem o contrário, continuarei a indicá-lo como o autor.

MNISTRAÇÃO CULTO DE NATAL CASA DE RECUPERAÇÃO DESAFIO CAMINHO DE DAMASCO

MNISTRAÇÃO CULTO DE NATAL CASA DE RECUPERAÇÃO DESAFIO CAMINHO DE DAMASCO

Lago Hillier O incrÍvel lago rosa.

Lago Hillier  O incrÍvel lago rosa.  /  pr.samuel lemos.

Características

O lago, uma das maravilhas naturais da Austrália1 , tem uma característica tão distinta do restante do arquipélago que fica difícil para quem sobrevoa o local não tomar conhecimento: sua cor rosa, num tom bastante extravagante. A cor da água é permanente, uma vez que não se altera nem quando a água é recolhida num recipiente.

images (5)O lago tem cerca de 600 m de comprimento e é rodeado por uma borda de sal branco e uma floresta densa de paperbark e eucalipto. Uma estreita faixa de terra composta de dunas de areia cobertas por vegetação separa o lago do Oceano Antártico.

Descoberta

images (1)A ilha e o lago foram descobertos durante uma expedição comandada pelo capitão inglês Matthew Flinders, em 1802. Flinders disse ter observado o lago rosa quando subiu o pico da ilha2 .

Explicações

A razão para a cor do lago ainda está sob investigação e até agora nenhum pesquisador chegou a uma explicação razoável. No entanto, a explicação mais provável de acordo com alguns cientistas envolve as baixas concentrações de nutrientes e o crescimento de algas como a Dunaliella salina e a Halobacterium, encontradas no local 3 .
Outros lagos rosa na Austrália

images (2)

Apesar de parecer único, o lago Hillier é apenas um dos pelo menos cinco outros lagos rosa conhecidos na Austrália. São eles o Hutt Lagoon, o Pink Lake, o Quairading Pink Lake e o Field of Pink Lakes, todos na província da Austrália Ocidental4 .
[editar]Lagos rosa pelo mundo

Espalhados pelo mundo existem pelo menos mais quatro lagos rosa recheados de sal. São eles o lago Retba (Senegal), o Salina de Torrevieja (Espanha), o Dusty Rose Lake (Canadá), além do Masazirgol (Azerbaijão) 5 .