Chris White

“Em Cristo encontrei cura e libertação”

Imagem“Eu me chamo Arsih, tenho 42 anos, nasci em uma família tradicionalmente islâmica. Sou mãe de quatro filhos e vivo em uma cidade na Indonésia. Fui diagnosticada com uma doença psicológica, o que é motivo de vergonha para as famílias, então, meus parentes me trancaram num quarto escuro, longe de todos.

Fiquei sozinha nesse quarto por alguns meses. Depois de algum tempo, comecei a receber a visita de Jesus em meus sonhos. Vi os furos em suas mãos. Essa era a prova de que ele havia morrido para me salvar. Ele curou meu corpo, minha mente e meu espírito. Algum tempo depois comecei a estudar a Bíblia. Meu marido e eu conhecemos outros cristãos e começamos a aprender mais sobre a fé cristã.

Toda minha família foi batizada e temos desfrutado da comunhão com outros cristãos, nos reunindo com eles duas vezes por semana. No entanto, ainda cubro a cabeça com o véu, como fazem as muçulmanas, porque se descobrirem que me tornei cristã serei vítima de perseguição e posso até ser morta. Também faço as orações cinco vezes por dia, mas hoje oro a Jesus.

Aos poucos, tenho falado sobre Jesus aos meus parentes. Ainda tenho muito receio de compartilhar minha fé com meus familiares, que são muito influentes na cultura islâmica em que vivo.”

Pedidos de oração

  • Ore para que Arsih consiga testemunhar de Cristo a todas as pessoas de sua família a fim de que eles se rendam ao incomparável amor de Deus.
  • Ore para que Deus proteja e fortaleça os novos convertidos na Indonésia.

 

Anúncios

VEJAM AS IGREJAS QUE ESTÃO MORRENDO

VEJAM AS IGREJAS QUE ESTÃO MORRENDO

“Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, mas estás morto. Sê vigilante e confirma o restante que estava para morrer, porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus”.

O texto acima faz parte da carta dirigida ao anjo da igreja, o pastor da igreja de Sardes. Entende-se na leitura das cartas dirigidas às igrejas da Ásia que o conteúdo estende-se à membresia e ao estado da congregação. Assim como a igreja de Sardes tem muita igreja, em nossos dias, que vive apenas de fachada e de marketing e mídia. Pensando nisso, comecei a avaliar o que pode levar uma igreja a adoecer e morrer. Tentei reproduzir aqui o perfil de uma igreja moribunda ou morta e de uma liderança sem vida.

Para nossa reflexão: Que carta o Senhor Jesus escreveria para nossas igrejas hoje ou para as lideranças que aí estão?

Perfil das Igrejas que Estão Morrendo.

Igrejas que reduzem o tempo destinado à exposição da Palavra e trocam a Palavra por teatros, jograis e coreografias;
Igrejas que enfatizam o louvor em detrimento do ensino e desprezam a centralidade da Mensagem da Cruz;

Igrejas que acolhem a teologia da prosperidade e empobrecem espiritual e doutrinariamente;
Igrejas que dão ênfase exagerada aos dons espirituais em detrimento da reflexão teológica;

Igrejas (ditas cristãs) que negam a Trindade como rezam as Escrituras Sagradas;
Igrejas que perderam o compromisso com o Evangelismo e Missão;
Igrejas cujo amor pelas almas foi suplantado pelo amor aos cargos eclesiásticos e políticos;

Igrejas cujo sentimento de doação ao próximo, foi sepultado pelo compromisso com seu próprio ego, visão ministerial e projetos;
Igrejas que trocaram a vida piedosa de oração pela agenda de inúmeras festas, algumas de caráter judaico, como se fossem judeus ortodoxos;

Igrejas que perderam o compromisso com a adoração e a consagração de seus membros em nome de uma liturgia oca de significado, vazia, sem base bíblica;
Igrejas que dizem possuir ministérios criativos, mas desprezam o dinamismo do Espírito explícito nas páginas do Livro Sagrado;

Igrejas que optam pelos pobres em nome de uma teologia que alega lutar pela igualdade e inclusão social, mas que, se preciso for, pega em armas para derramar sangue em nome da justiça;
Igrejas que optam pelos ricos, visando os altos e gordos dízimos, para em nome de Deus construir catedrais, onde o ofertante pobre fica em pé ou assenta-se nos últimos bancos;
Igrejas que defendem o casamento entre homossexuais e o aborto
;
Igrejas que defendem o homossexualismo no sacerdócio;
Igrejas que tratam o pobre de “irmãozinho” e o rico de “doutor”;
Igrejas que têm opção preferencial pelos formados, políticos e celebridades;
Igrejas que defendem a frouxidão moral frente ao pecado e alargam a porta que Cristo declarou estreita;

Igrejas que sob pretexto de contextualização, mundanizam-se e, nem evangelizam e nem se contextualizam de fato, mas perdem seus membros para as práticas mundanizantes;
Igrejas que priorizam o caixa e não o altar;
Igrejas que pregam liberdade, mas encontram-se pr
esas a escândalos;

Igrejas que escondem suas mazelas nos porões da história da denominação;
Igrejas que fracassam na ação espiritual, social e doutrinária, porque trocaram a visão de seus pioneiros;
Igrejas que vivem de novas “unções”, tais quais: unção da conquista, unção de ousadia, unção da multiplicação;

Igrejas que aumentam em número e diminuem em calor humano;
Igrejas que crescem em patrimônio, mas decrescem em Graça;
Igrejas que avolumam propriedades, mas perdem a essência de ser Igreja;
Igrejas que trocam a Palavra Escrita pela “palavra confessada”;

Igrejas que pregam cura, mas são doentes doutrinariamente;
Igrejas que têm destacada expressão na mídia, mas são omissas na práxis;
Igrejas que defendem a ortodoxia, mas mentem na ortopraxia;
Igrejas cuja liderança visa lucro e não o bem estar espiritual do rebanho;
Igrejas cujos pastores visam a permanência perpétua no poder;

Igrejas cujos líderes promovem os parentes e perseguem e matam os profetas;
Igrejas cujos obreiros descobrem no ministério uma fonte de lucro e desprezam “as mesas”, isto é, o serviço aos santos.

Graças a Deus que mesmo em Sardes ainda há gente comprometida com o Reino e que guardaram as suas vestes sem mancha e que andarão de branco, porquanto são dignas disso.

“Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes e comigo andarão de branco, porquanto são dignas disso. O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”.

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!
Deus abençoe a todos.

 

FARTEI-ME…

ImagemE Jesus, respondendo, disse: O geração incrédula e perversa! até quando estarei ainda convosco e vos sofrerei? . Lucas 9:4I

Estou cansado desses obreiros da iniquidade que comem o meu povo como se fossem pão…
Estou cansado dessa febre de televangelistas amantes de si mesmos…
Estou cansado de tantos escândalos que mancham o Santo Evangelho de Cristo…
Estou cansado dos sincretismos, do sal grosso, das rosas vermelhas, dos sabonetes ungidos, das “águas do jordão”, dos “óleos de Israel”…
Estou cansado dos falsos apóstolos, dos falsos profetas, dos falsos evangelistas, dos falsos pastores, dos falsos mestres…
E como sei que são falsos? “Pelo fruto conhecereis a árvore” disse o meu Senhor…
Estou cansado dessa massa que se diz evangélica mas que não vive o evangelho…
Estou cansado dos protestantes que não protestam…
Estou cansado dos mercadores da fé… Estou cansado dos campanheiros… Estou cansado das “grandes” instituições…
Estou cansado do prejuízo que tudo isso tem trazido aos santos, ao evangelismo e ao testemunho de Cristo…
Estou cansado dos chavões dos pregadores…
Estou cansado do “vale-tudo” dentro das igrejas para atrair pessoas… Estou cansado da irreverência no templo…
Estou cansado da falta de poder no altar…
Estou cansado do desprezo à Palavra… Estou cansado de todos os “ídolos” gospel…Estou cansado das bandas, dos cantores e de todos esses shows-business cujo único propósito é mover os milhões da indústria fonográfica evangélica…
Estou cansado da hipocrisia, do farisaismo e da infidelidade de muitos…
Já não há alegria no meu coração, pois sinto a necessidade, a urgência e a eminência da intervenção divina.
Clamo para que o Espírito do Senhor se manifeste poderosamente e ponha um basta neste circo, no qual está se tornando o movimento evangélico no Brasil.
Não me conformo com as aberrações em nome da fé, com os absurdos em nome da unção e com as zombarias em nome da “alegria”.
Desejo que o Senhor nos desperte, abra os nossos olhos e nos traga para o centro de sua vontade. Que renasça o propósito original do Evangelho… Que retornemos aos fundamentos da fé cristã… Que voltemos a abraçar a simplicidade, a modestia e a humildade…
Que todo este cansaço, no qual se encontram todos aqueles que sinceramente suspiram por Deus, se converta em vigor…
E sei que se converterá, pois disse meu Senhor: “Bem-aventurado aqueles que têm fome e sede de justiça, pois eles serão fartos.” Me farte Senhor, me