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AMIZADE

ImagemE pensar que eu sempre falei sobre essas amizades falsas que ferem a alma – melhor seria se ferissem o corpo.

Eu sempre pensei – e continuo – que a verdadeira amizade é aquela que nos permite falar de defeitos, qualidades e o que mais vier a cabeça. Porque amizade de verdade é aquela que você fala o que vem a cabeça, e não se arrepende de nada dito – podem passar meses, anos.
Não existe maneira mais bonita que justificar uma amizade defendendo um amigo. Isso pra mim é nobre.
Mais nobre ainda é termos um amigo de valor.
Nunca acreditei em alguém que não se deleita na felicidade de um amigo, a amizade não está nesse relacionamento.
Esse negócio de fingir, tentar impressionar, ser outra pessoa não tá com nada, sabe? Gente que é gente gosta de ser do jeito que é.
Triste mesmo é ver uma amizade evaporar em meio a decepção. Aí resta aquela boa esperança que, se tudo vivido foi verdade, a amizade reaproxima. Mas não acredito muito nisso.
Pessoas feridas costumam mudar.
Eu, por exemplo, não mudo só as roupas, o cabelo e a barba. Eu mudo a cidade, o telefone e a caderneta de anotações.
É cansativo viver de memórias – prefiro deixar as memórias pra lá, pra haver mais espaços pra coisas novas.
Eu gosto de novidade – e isso não significa que agora estou sociável.
Também gosto da verdade. Antes uma dor sincera, que uma alegria falsa.
E nada mais me irrita que saber que a alegria que tive foi falsa.
Acho que é por isso que acabo sendo tão radical. Melhor assim.
Amizade, acima de tudo, é certeza. E quando você duvida, já não é mais amizade.
Eu acredito que o sentimento fica pela pessoa que te decepcionou, Mas… “Amores e pessoas complicadas fazem mal a saúde. Ainda que precisamos amar a todos.
A gente se afasta e a amizade esfria, congela e vira memória. Por que, como já dizia Immanuel Kant “a amizade é semelhante a um bom café, uma vez frio, não se aquece sem perder bastante do primeiro sabor”.
É melhor virar memória, poupar conversas desgastantes e dor.
Sem dor, sem lágrimas.

 

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VIVER À ALTURA DO POTENCIAL MÁXIMO

*Em uma visita à Inglaterra, conheci a historia de um homem de yorkshire, chamado George Chambers, e essa historia me fez pensar em uma expressão que me intriga e desafia.
*Uma expressão em que o autor se refere a pessoas que vivem perto da sua capacidade máxima. Provavelmente poucos de nós atreveriam a gabar-se de fazer semelhante coisa. mas deveríamos parar e considerar se estamos vivendo nossa vida de maneira plena.
*A historia conta que o tal George era um cabineiro que trabalhava para a estrada de ferro Britânica e causava espanto à todo mundo , trabalhando 12 horas por dia durante o movimento intenso do natal.
-Porque você faz isso ? perguntaram-lhe.- Em resposta ele contou sua historia:
*Dois anos antes quando trabalhava na mina, ele desmaiou e teve que ser levado às pressas para o hospital. Descobriu-se que era portador de um tumor no cérebro. Ficou paralisado e mau podia mover uma das mãos. Também não podia falar nem caminhar.
*Agora, depois de dois anos, em seu trabalho de dez as dez, ele manuseava centenas de pacotes, alguns dos quais pesava mais de trinta quilos. Os tratamentos especiais, remédios e a dieta com que procuravam cura-lo no hospital somados à sua própria vontade de viver deram-lhe novas esperanças na vida. No ponto mais critico, os médicos haviam lhe dado apenas 24 horas de vida. Mas agora depois de sua completa recuperação começou a trabalhar na estrada de ferro Britânica.
* O próprio Geoge disse o seguinte: Trabalhando além do horário? Dêem-me mais tarefas trabalharei alegremente de graça. Cada dia pra mim é algo maravilhoso. Nasci outra vez aos 52 anos! Segundo todas as probabilidades eu não deveria estar aqui de maneira nenhuma. Foi me dada uma segunda chance. E, acreditem-me, é um bônus que pretendo aproveitar ao máximo. A vida não sera suficientemente longa pra mim ainda que eu chegue aos cem anos!
* A atividade da vida é algo muito sério e ninguém sai dela com vida.

 

RELACIONAMENTO. VOCÊ E DEUS.

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Muita gente prefere acreditar que Deus se comunica de modos especiais, apenas com
pessoas especiais. Isso tira de muitas pessoas a responsabilidade de ouvir e ainda mais de
captar (o que é outra coisa) a mensagem de DEUS , permitindo-lhes aceitar a palavra de outras
para tudo. Elas não precisam ouvir à DEUS, porque concluíram que tais pessoas ouviram A VOS DE deus PRA ELAS.
Pois ouvindo o que outras pessoas acham que ouviram DEUS dizer, você não precisa
pensar.
Esse é o principal motivo pelo qual poucos consideram o relacionamento com DEUS em um
nível pessoal. Se você reconhecer que as está ouvindo diretamente a vos de DEUS, será responsável por interpretá-la. É muito mais fácil e seguro aceitar a interpretação das outras pessoas (até mesmo das que viveram há 2.000 anos) do que tentar interpretar a mensagem que você pode estar recebendo neste exato momento.
Ainda assim, eu o convido a participar de uma nova forma de comunicação com Deus.
Uma comunicação bidirecional. ELE É PAI. QUER TER INTIMIDADE CONTIGO.

 

Cientistas filipinos criam variedade de arroz que resiste à terra salobra / pr.samuel lemos

Cientistas filipinos criam variedade de arroz que resiste à terra salobra  /  pr.samuel lemos

Um grupo de cientistas conseguiu criar uma variedade de arroz que tolera o sal, o que poderia permitir que fazendeiros recuperem áreas da costa que não podem utilizar devido à água do mar, anunciou nesta terça-feira um instituto filipino.
Os especialistas do Instituto Internacional de Pesquisa sobre o Arroz (IIIA) estão aperfeiçoando esta variedade de arroz que resiste ao sal antes de começar testes mais amplos, acrescentou esta fonte.
“Eles esperam que a nova variedade esteja disponível para ser cultivada pelos fazendeiros em quatro ou cinco anos”, disse a IIIA em um comunicado.
Esta nova variedade foi obtida cruzando uma espécie exótica de arroz silvestre que se encontra na água salobra com outra cultivada neste instituto.
O resultado é “um novo tipo de arroz que pode expulsar o sal que toma do solo em direção ao ar através das glândulas que tem em suas folhas”, acrescentou o texto.
“Isto permitirá que as fazendas de arroz da costa afetadas pelo sal possam ser utilizadas pelos agricultores”, explicou o chefe do projeto científico, Kshirod Jena.
O arroz é uma das três principais colheitas que alimentam o mundo inteiro, junto ao trigo e ao milho, e os cientistas tentam frequentemente desenvolver novas variedades para aumentar sua produção.